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Empreendedoras digitais dão dicas para ter sucesso na creator economy


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Empreendedoras digitais dão dicas para ter sucesso na creator economy

 

Empreender ainda é muito associado à figura masculina, mas essa realidade tem mudado. Só aqui no Brasil, por exemplo, as mulheres já são mais de 30 milhões, em um universo de 52 milhões de empreendedores, segundo dados do Global Entrepreneurship Monitor 2020 (GEM), principal pesquisa sobre empreendedorismo do mundo, feita em parceria com o Sebrae. E esse número já é motivo de sobra para endossar a importância da data, 8 de março, estendido para o mês para celebrar seus espaços e conquistas.

 

Entendendo a mudança de cenário, a Hotmart, empresa global de tecnologia e líder da Creator Economy, reuniu em uma mesa, “Negócios de Mulher”, cinco líderes para compartilhar suas histórias, experiências e aprendizados no empreendedorismo e na criação de conteúdo. A seguir, os principais insights levantados por Carol Costa, fundadora da Universidade Minhas Plantas, escritora e apresentadora do GNT; Lilian Santos, fundadora da Escola do Acabamento e colunista da Casa Vogue; Ana Paula Xongani, multiempresária de moda e comunicação; Barbara Bruna, criadora do Método Áureo e especialista em tráfego pago e Ana Florença Gutierrez, diretora de Vendas na Hotmart:

 

  1. Não tema a transição de carreira: Criar conteúdo e empreender por meio da internet exige dedicação, conhecimento e força de vontade, independentemente da idade. “Demorou para acharmos que somos merecedoras de transformar nossos conhecimentos em fonte de renda. Se você tem essa dor, é importante dizer que pode estar com 40, 50, 60 anos ou 20, especialmente no universo da creator economy e cursos online, que não há essa barreira de entrada”, indica a criadora do Universo das Plantas, Carol Costa. Afinal, mais de 50% das consumidoras de conteúdo online são mulheres, de acordo com pesquisa da Hotmart com a Box 1984, e a maioria consome conteúdo para transição de carreiras. “A digitalização da educação foi fundamental para mais pessoas absorvessem e compartilhassem saberes. Quando dividimos, também consumimos e trocamos com menos barreiras e para mais pessoas”, completa Ana Paula Xongani, CEO do Ateliê Xongani.
     
  2. Você é a média das pessoas com quem você anda: Empreender é uma jornada, muitas vezes, solitária. Por isso, vale cercar-se de semelhantes para se inspirar e entender que não está sozinha. “Olhar seu espelho e entender seus próprios potenciais, organiza o seu lugar. Se você está na jornada de empreender, procure estar cercada de pessoas que estão empreendendo há mais tempo que você”, lembra Barbara Bruna, criadora do Método Áureo e especialista em tráfego pago. “Parte da minha jornada se deve a estar perto de pessoas e me aliar a elas para viver momentos, como o que a Hotmart promoveu, para aprender com a experiência do outro. É um dos maiores ganhos que se pode ter no empreendedorismo”, diz.
     
  3. O negócio online é lucrativo: É uma correria, mas para quem tem dúvida, comece. “Criar conteúdo para comercialização dá trabalho como qualquer outro negócio, mas mudou minha vida e a da minha família. É o que me faz contratar pessoas, expandir e o melhor de tudo, me ajuda a transformar centenas de vidas em qualquer lugar do mundo”, lembra Bárbara Bruna.
     
  4. Não se deixe dominar pela “Síndrome do Impostor”: Independente da sua formação, entenda seu lugar de fala e acredite no seu potencial. Se auto afirme como especialista naquilo que você é e assuma esse papel. “Eu sou especialista no meu nicho e muitas pessoas podem aprender comigo (o que não aprendem em outros lugares ou com outros especialistas). Gostando do que se faz, não tem que ter barreira ou medo para entrar numa área, pois, desde que estudemos, conseguimos virar até referência em um nicho”, diz Lilian Santos, que abriu sua turma para engenheiros, depois de superar certa insegurança. “O universo é amplo. Hoje, eu sou referência no que eu falo e tenho muita base técnica. Nós não devemos nos sentir inferior a outras formações ou nos auto sabotar se comparando com outras profissões”, completa. “Auto estima é igual fome: todo dia precisamos nos alimentar novamente. E assim vamos caminhando”, complementa Xongani.
     
  5. Seja a sua maior torcida: Por mais que tenham pessoas que questionem ou duvidem das suas decisões ou posições, há momentos em que se faz necessário “tampar o ruído exterior” e se concentrar no que você quer mostrar pro mundo. “Antes de mais nada é fundamental que se olhe no espelho, se deseje o melhor e se afirme capaz. Antes de qualquer um dizer o contrário, acredite em você”, lembra Carol Costa.
     
  6. Quando não encontrar referência, torne-se você inspiração: Quando você não encontrar um semelhante que possa lhe servir de inspiração ou força, seja você a luz para seus iguais. “Como mulher negra, tive o adicional de ter que lidar com outras questões raciais que somatizam na dificuldade à jornada empreendedora. E, infelizmente, vejo poucas mulheres (negras) nos digitais que faturam alto e isso poderia me travar um pouco. Mas cheguei à conclusão que estou aqui, aprendendo, absorvendo e ultrapassando minhas barreiras para também inspirar outras mulheres. Por isso, se não tem ninguém que você veja como referência no que você faz, seja você primeira, a inspiração para outras”, reforça Lilian.
     
  7. Invista no detox social: A internet é um campo enorme de conteúdo, mas, do mesmo jeito que pode ter muitos espaços inspiradores, pode gerar gatilhos e ansiedades inerentes à comparação e cobrança diária que nós fazemos. Por isso, vale parar de seguir pessoas por um determinado período para focar nas suas demandas e possibilidades de entregas. “Entenda quando você não precisa de inspiração, mas transpiração. Menos ‘input’ e mais ‘output’, ou seja, receber menos e entregar mais, para focar em nós e diminuir as comparações”, indica Barbara Bruna.
     
  8. Vídeos e a imagem pessoal: Caso tenha alguma barreira inicial para começar a produzir conteúdo por vergonha ou falta de costume, há recursos que podem ser usados além da imagem pessoal, tais como imagens ilustrativas com sua voz, quadros, gráficos, entre outros. “Mas, antes de explorá-los, vale entender que as pessoas compram suas imperfeições. Podemos falar mais tímida ou com certo sotaque que as pessoas vão ‘comprar muito mais isso’ do que os estereótipos de perfeição que imaginamos em produções da internet. A internet permite sermos mais amadores e, ao mesmo tempo, estar mais perto das pessoas. Às vezes, essas nossas imperfeições é que vão nos dar o tempero e o diferencial”, completa Bárbara Bruna.

 

Mais informações, no vídeo completo do evento, no youtube da Hotmart:

 

Artigo criado por Camila Guesa da Segs.com.br

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